Quando lemos a história da crucificação de Jesus, podemos notar que foi algo feito as pressas. E quando ouvimos falar do Gólgota, o Calvário, imagina-se um monte, uma grande rocha e nessa rocha foi feito, as pressas, o buraco para ser colocada a cruz.
Lendo os versículos 45 ao 50 do evangelho de Mateus cap. 27, vemos a narrativa dos últimos instantes de Jesus na cruz e depois que Jesus entregou o espírito (cf. Mt 27, 50), acontecem 3 fatos importantes retratados no versículo 51: O fim da barreira que existia entre o homem e Deus - e continuando o versículo: "A terra tremeu e fenderam-se as rochas."
Observem: a terra tremeu, mas a Cruz de Cristo, mesmo tendo sido colocada as pressas, não caiu. E aquele tremor foi concerteza muito forte, mas cruz permaneceu e não caiu. Junto com esse tremor, fenderam-se as rochas, e o Calvário era uma grande rocha... ainda assim, permaneceu de pé a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Observem: a terra tremeu, mas a Cruz de Cristo, mesmo tendo sido colocada as pressas, não caiu. E aquele tremor foi concerteza muito forte, mas cruz permaneceu e não caiu. Junto com esse tremor, fenderam-se as rochas, e o Calvário era uma grande rocha... ainda assim, permaneceu de pé a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Esses dois fatos me chamaram muito a atenção, pois além da grandeza do amor de Deus, esses fatos nos ensinam a, mesmo nos tremores de nossas vidas, ficarmos firmes, de pé, não por nós, mas por amor ao Pai.
E quantos são os tremores de nossas vidas... mas de hoje em diante, procuremos a exemplo da Cruz de Jesus, ficarmos firmes, mesmo quando os tremores chegarem e a rocha se fender, busquemos ficar sempre de pé.
Um forte abraço a todos e que a Luz de Cristo sempre os ilumine!
